O primeiro compromisso do presidente Jair Bolsonaro (PL), durante visita de cerca de 4 horas a Cuiabá, nesta terça-feira (19), foi no lançamento da Marcha para Jesus, cujo evento será realizado no 19 de junho. Em um discurso de aproximamente 25 minutos, para um público evangélico, o chefe do Palácio do Planalto chegou a falar com a voz embargada ao relembrar das facadas sofridas durante a campanha de 2018.
Contudo, no final do discurso deixou claro o propósito de disputar a reeleição. Bolsonaro ainda citou a guerra da Rússia contra Ucrânia, abrangendo a questão dos fertilizantes, já que incide diretamente nos valores para a produção dos alimentos. "...Se não, poderemos estar na guerra mais cruel - a guerra da segurança alimentar. Nós sabemos o velho ditado 'em casa que se falta pão, todos brigam, mas ninguém tem razão', e o mundo todo corre esse risco", disse Bolsonaro.
Ele disse que pede a Deus para dar esperança e que tudo possa voltar à normalidade. "Sabemos quem é o Senhor, nós vencemos qualquer obstáculo", complementou o presidente. Conforme Bolsonaro, às vezes, toma decisões em silêncio, meditando ou mesmo ouvindo poucas pessoas. "Agradeço a Deus pela minha vida, pela missão de estar à frente do Executivo federal, se essa for a vontade de Deus, nós continuaremos nesse objetivo", afirmou o presidente, que citou não é fácil conduzir o país.
Bolsonaro fez um discurso voltado público evangélico e citando a sua fé. "Nada temei, nem mesmo a morte, a não ser a morte eterna", observou.
Em seguinda, fugindo da agenda oficial, o presidente esteve na formatura de policiais militares, acompanhado do governador Mauro Mendes e da primeira-dama Virginia Mendes. O último compromisso em Cuiabá foi a sua participação na 45ª Convenção Geral das Assembleias de Deus Brasil, que está sendo realizanda no Grande Templo.
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