Estima-se que é consumido, no Brasil, cerca de 720 milhões de copos descartáveis por dia, o que corresponde a 1500 toneladas de resíduos diariamente, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos (Abrelpe).
No intuito de reduzir a poluição ambiental causada pelo excesso de material plástico no meio ambiente foi apresentado o Projeto de Lei nº 1017/20, de autoria do deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na qual, proíbe a utilização de copos plásticos descartáveis em eventos oficiais ou que pertençam ao calendário oficial do Estado de Mato Grosso.
Incluem-se dentro da proibição, os eventos patrocinados, incentivados ou que dependam de alguma cooperação do poder executivo. Os utensílios devem ser substituídos por similares de material biodegradável e/ou reutilizável a fim de permitir a reciclagem.
Na justificativa da propositura, o deputado informa de que forma essa lei pode beneficiar o Estado, com a intenção de redução da produção de lixo e promover educação ambiental, difundindo o conhecimento sobre o problema que os resíduos trazem ao planeta.
Paulo Araújo, lembra que o plástico, que não é reciclado e descartado de forma incorreta, pode acabar nos rios do Estado e de forma abrangente nos oceanos do país. “De acordo com a ONU, o plástico representa 80% do lixo nos mares, causando a morte de diversas espécies marítimas, com todos esses dados, o consumo consciente é uma necessidade urgente”, finalizou Araújo.
Política Bolsonaro foi transferido da Superintendência da Polícia Federal no DF para a Papudinha, diz STF
Política Tesouro projeta rombo nas contas públicas até 2027 e prevê alta maior da dívida
Política Flávio confirma que foi escolhido por Bolsonaro e disputará Presidência
Política Dilmar Dal Bosco entrega honrarias a personalidades que fortalecem o agronegócio mato-grossense
Política Mina de dinheiro: vereadores de Campo Novo do Parecis gastam mais de R$ 600 mil em diárias em 10 meses
Política Tarifaço de Trump exclui laranja, celulose e Embraer, mas atinge café e carnes