A senadora Damares Alves divulgou a lista de igrejas e pastores investigados pela CPMI do INSS, que apura fraudes envolvendo benefícios previdenciários. A divulgação ocorreu após cobrança pública do pastor Silas Malafaia, que criticou a senadora por citar religiosos supostamente envolvidos no esquema sem apresentar nomes.
No último fim de semana, Damares afirmou que a comissão tem identificado “grandes igrejas” e “grandes pastores” ligados às fraudes e que, por isso, vem sofrendo pressões para que as investigações não avancem. As declarações provocaram reação de Malafaia, que a acusou de generalizar denúncias e exigiu a divulgação dos envolvidos.
Em nota publicada nas redes sociais, a senadora afirmou que foi autora do requerimento que resultou na criação da CPMI, instalada em 2025, e que atua como membro titular desde o início. Segundo ela, todas as informações divulgadas são públicas, constam em documentos oficiais e já foram aprovadas pelos integrantes da comissão.
Damares também declarou que a possível participação de igrejas ou líderes religiosos em fraudes contra aposentados lhe causa “tristeza e desconforto”, mas ressaltou que a CPMI tem o dever constitucional de investigar os fatos com imparcialidade e base documental.
Igrejas
Pastores
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Após a divulgação da lista, Malafaia voltou a se manifestar nas redes sociais e acusou a senadora de contradição. Segundo ele, ao usar termos como “grandes igrejas” e “líderes renomados” sem citar nomes inicialmente, Damares teria feito acusações genéricas que atingem toda a comunidade evangélica.
Em vídeo anterior, o pastor havia afirmado que a senadora deveria “dar os nomes ou se calar”, classificando a conduta como irresponsável caso não houvesse identificação dos envolvidos.
O presidente da CPMI, Carlos Viana, informou que em fevereiro será apresentado o primeiro balanço do relatório preliminar dos trabalhos. O encerramento da comissão está previsto para março, mas há defesa de prorrogação por mais 60 dias, diante do volume de documentos e da complexidade das investigações.
Até o momento, a CPMI realizou 28 reuniões, ouviu 26 testemunhas, analisou cerca de 4.800 documentos e identificou 108 empresas suspeitas. O relatório final deve incluir o pedido de suspensão imediata de aproximadamente 2 milhões de contratos de empréstimos consignados considerados irregulares.
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