O delegado titular da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso em Juara, Carlos Henrique Engelmann, reuniu a imprensa na terça-feira, 10 de março, para falar sobre o andamento das investigações da morte de Pablo Willians da Silva, de 25 anos.
O jovem foi encontrado morto na manhã de sexta-feira, dia 7 de março, nas proximidades do Córrego Alcebíades, conhecido como “Corgão”, localizado às margens da estrada da Água da Abelha, a cerca de um quilômetro do perímetro urbano do município.
Segundo o delegado, assim que a Polícia Civil foi comunicada sobre a presença de um corpo em meio à mata, uma equipe foi deslocada imediatamente até o local.
Os policiais realizaram o isolamento da área e confirmaram a veracidade da informação. Em seguida, foi acionada a Perícia Oficial e Identificação Técnica para realizar os procedimentos periciais no local.
O corpo foi encaminhado para exames de necropsia, que deverão apontar a causa da morte e possíveis sinais de violência.
De acordo com Engelmann, a principal linha de investigação, neste momento, trabalha com a possibilidade de homicídio.
Durante as investigações iniciais, a polícia já conseguiu levantar algumas informações sobre as últimas horas em que a vítima foi vista com vida. Segundo o delegado, existe pelo menos uma testemunha que pode ajudar a esclarecer fatos relacionados ao caso.
Pablo Willians da Silva era natural do estado de Goiás e seu corpo foi levado pela família para velório e sepultamento na cidade de Tarumã.
Questionado sobre possíveis ligações da vítima com organizações criminosas, o delegado explicou que há informações não confirmadas que circularam nas redes sociais apontando que o jovem poderia integrar uma facção rival à que atua em Mato Grosso.
A suspeita teria surgido após a divulgação de fotografias em que ele apareceria fazendo gestos associados a determinado grupo criminoso.
No entanto, Engelmann destacou que, até o momento, nenhuma informação oficial confirma essa hipótese. Segundo ele, consultas realizadas junto a órgãos de segurança pública do estado de Goiás não apontaram qualquer antecedente criminal ou ligação da vítima com organizações criminosas.
Outro ponto que ainda está sendo apurado é se o crime ocorreu no local onde o corpo foi encontrado ou se a vítima foi morta em outro lugar e posteriormente teve o corpo desovado na região.
O delegado ressaltou que muitos detalhes não podem ser divulgados neste momento para não comprometer as investigações.
Os laudos periciais da Politec, tanto do local onde o corpo foi encontrado quanto da necropsia, ainda são aguardados e irão integrar o inquérito policial instaurado para apurar o caso.
Ao final da coletiva, Engelmann pediu a colaboração da população, destacando a importância das denúncias e informações que possam ajudar na identificação dos responsáveis pelo crime.
Segundo ele, qualquer informação pode ser repassada de forma anônima pelos canais de segurança pública, como o telefone 197 da Polícia Civil, ou diretamente na delegacia do município.
O delegado reforçou que o sigilo das fontes é garantido e que a colaboração da comunidade é fundamental para esclarecer crimes e contribuir para a redução da violência na cidade.
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