O plantio de arroz preto ainda é baixo no Brasil. Atualmente, os agricultores contam com apenas duas cultivares registradas no Brasil: IAC 600 e SCS120 Ônix.
A Embrapa trabalha em uma nova linhagem. O AE153045 estará à disposição dos orizicultores nacionais em breve. Além do alto teor de flanovóides e antocianinas, substâncias com propriedades benéficas ao organismo humano, com ação antioxidante, anti-inflamatória e antimutagênica, a variedade apresenta também atributos agronômicos favoráveis ao cultivo.
Segundo Colombari Filho, responsável pelo desenvolvimento da linhagem, trata-se de um material novo com arquitetura de planta moderna, folhas eretas, alto número de perfilhos, porte baixo e boa tolerância ao acamamento. Destaca-se também por apresentar elevada produtividade de grãos e boa resistência às principais doenças.
“O arroz preto deve ser considerado como um produto especial. Nosso objetivo, não é recomendá-lo para substituir o arroz branco ou integral agulhinha, mas, sim, como mais uma alternativa de diversificação culinária e geração de renda, fortalecendo o mercado de tipos especiais de arroz”, conclui o pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão.
Recentemente um estudo identificou compostos químicos específicos que tornam o arroz preto diferenciado conforme o local em que é produzido. As características específicas levam a valorização do mercado.
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