O vereador por Cuiabá Marcos Paccola (Cidadania) afirmou que apresentou o projeto de lei que cria o Dia do Orgulho Hétero como forma de evitar a “desestruturação do modelo tradicional da família”.Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar declarou que o ativismo homossexual obriga às crianças e jovens a terem comportamentos bissexuais.
“Nós estamos assistindo um movimento muito forte desse ativismo, que de maneira forçada tenta trazer uma clara obrigatoriedade para que nossos jovens, nossas crianças, tenham um incentivo ao comportamento bissexual”, disse.
“O que me fez propor essa lei foi justamente uma conversa com meu filho, meus sobrinhos, na qual foi me revelado algo que achei realmente assustador: que na escola, para participar de determinados grupos, eles tinham que beijar meninos e meninas”, acrescentou.
O projeto foi aprovado em primeira votação na última terça-feira (21) por praticamente todos os vereadores. Somente Edna Sampaio (PT) foi contra. Para valer, precisa passar por uma segunda votação, que ocorrerá no ano que vem.
Ainda no vídeo, Paccola declarou que não tem cabimento crianças e jovens serem "atacadas" por declarar que são heterossexual.
“Nós acabamos assistindo uma desestruturação do modelo tradicional de família, um modelo conservador de família, aquele que está escrito na Bíblia: ‘O homem deixará os seus pais e se unirá a outra mulher’”, disse.
“Vejo que esse Parlamento tem, sim, uma responsabilidade de demostrar para todos que o respeito à liberdade e a opção sexual é a todo tipo de opção, inclusive, a opção de ser heterossexual”, afirmou.
Na sua fala, o vereador ressaltou que não tem nada contra homossexuais, que convive com vários, mas, como conservador, tem o direito de defender a família tradicional.
“Sabendo desse ativismo que vem tentando deturpar por vezes o que nós queremos dizer... Mas, afinal, ser heterossexual não é absolutamente nenhum demérito, não nós faz melhor e nem pior que ninguém. Agora, demostra claramente que essa liberdade é seletiva. Você pode ter orgulho de ser lésbica e gay, mas não pode ter orgulho de ser hétero. É assim que eles estão tentando fazer com que a imposição chegue no nossos filhos”, completou. Repercussão negativa
O projeto de Paccola ganhou repercussão nacional na quarta-feira ao ganhar páginas no Instagram. A medida foi classificada como fútil, bizarra e desnecessária.
“Coragem viu, vai trabalhar para ajudar as pessoas que estão dormindo na fila pra comer osso”, disse um dos seguidores de Paccola. “Masculinidade frágil que fala né?”, completou outro.
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